Anvisa e Secretaria de Saúde combatem focos do mosquito da dengue no DF
Publicação: 23/02/2010 14:56
A coordenadora de Vigilância Ambiental do Itapoã, Stephanie Valentin, aponta o descuido dos moradores como a principal causa do aumento no número de casos na região. “Há um mês estamos trabalhando. Já recolhemos muitos objetos que acumulam água e fizemos o tratamento em diversas casas, mas mesmo assim ainda encontramos larvas do mosquito.”
O agente sanitário Sevirino de Oliveira encontrou focos da dengue em uma caixa d'água aberta no quintal de uma casa em construção. No lote havia também garrafas de plástico propícias à proliferação do mosquito. Segundo Oliveira, nesta mesma rua, cinco pessoas estão com dengue.
O trabalho desses profissionais é grande: eles enfrentam o calor, muros, grades e cachorros, antes de conseguirem entrar nas casas para orientar a população e procurar focos do Aedes aegypti.
Até o final da semana passada, 1.425 casos da dengue foram notificados em todo o DF, dos quais 390 foram confirmados.
Nunca é demais repetir para se evitar
Prevenção
A ação mais simples para se prevenir a dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.
A regra básica é não deixar a água, mesmo quando limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.
Como a proliferação do mosquito é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma idéia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.
Sem comentários:
Enviar um comentário